sábado, 1 de outubro de 2016

Creatinina: exame de sangue avalia função dos rins
O que é?
O exame de creatinina é usado para avaliar a função dos rins. A creatinina é um resíduo produzido pela quebra de uma proteína chamada creatina fosfato.
A creatina fosfato é uma proteína que atua no funcionamento dos músculos, sendo obtida por meio dos alimentos ricos em proteína. Os músculos estão em constante atividade, e portanto consumindo creatina fosfato. Quando quebrada para ajudar no funcionamento muscular, a creatina fosfato produz um resíduo chamado creatinina, que é filtrado nos rins e excretado na urina. Aproximadamente 2% da creatina presente no corpo é convertida em creatinina todos os dias.
Quando os rins não estão funcionando bem a filtragem da creatinina é comprometida. Isso quer dizer que boa parte da creatinina produzida não será excretada na urina, permanecendo no sangue.
Dessa forma, o exame de creatinina avalia as quantidades da substância no sangue a fim de investigar possíveis doenças renais. Em alguns casos, também pode ser feito uma contagem de creatinina da urina.
Sinônimos
Contagem de creatinina, dosagem de creatinina, depuração de creatinina
Indicações
A dosagem da creatinina ajuda a detectar a insuficiência renal em fases precoces. Por isso, o teste é indicado para pessoas que:
  • Têm histórico familiar ou pessoal que doença renal crônica
  • Têm doenças que aumentam o risco de problema renal, como diabetes, hipertensão, obesidade, rins policísticos, glomerulonefrite, infecções urinárias de repetição e cálculos renais de repetição
  • Fazem uso de medicamentos que alteram a função renal
  • Têm idade maior que 50 anos
  • São fumantes.
Outros sintomas e condições que podem justificar a triagem com exame de creatinina são:
Grávida pode fazer?
Mulheres durante a gravidez estão autorizadas a fazer o exame conforme orientação médica, não havendo contraindicação expressa. Inclusive, a dosagem de creatinina pode indicar se a gestante está com pré-eclâmpsia.
Contraindicações
Por ser um exame de sangue comum, não há contraindicações expressas para a dosagem de creatinina.
Preparo para o exame
  • É necessário um jejum mínimo de três horas para a coleta de sangue
  • Não deve ser usado laxante na véspera do exame
  • Para mulheres, o ideal é não estar menstruada.
É importante dizer ao médico ou médica quais medicamentos você ingere com regularidade. Pode ser que você precise interromper o uso de alguma medicação dias antes do teste.
Como é feito
Em um hospital ou laboratório, o exame de creatinina é realizado por um profissional de saúde da seguinte forma:
  • Com o paciente sentado, é amarrado um elástico em volta do seu braço para interromper o fluxo de sangue. Isso faz com que as veias fiquem mais largas, ajudando o profissional a acertar uma delas
  • O profissional faz a limpeza com álcool da área do braço a ser penetrada pela agulha
  • A agulha é inserida na veia. Esse procedimento pode ser feito mais de uma vez, até que o profissional de saúde acerte a veia e consiga retirar o sangue
  • O sangue coletado na seringa e colocado em um tubo
  • O elástico é removido e uma gaze é colocada no local em que o profissional de saúde inseriu a agulha, para impedir qualquer sangramento. Ele ou ela pode fazer pressão sobre a bandagem para estancar o sangue
  • Uma bandagem é colocada no local.
Tempo de duração do exame
Um exame de creatinina leva poucos minutos para ser realizado, podendo demorar mais nos casos em que o profissional de saúde tem dificuldade para acertar a veia coletar o sangue.
Recomendações pós-exame
Não há nenhuma recomendação especial após o exame. O paciente pode fazer suas atividades normalmente. Caso a amostra de sangue seja utilizada para outros testes que exigiam jejum, o paciente poderá se alimentar após a coleta.
Periodicidade do exame
Não há uma periodicidade para se realizar um exame de creatinina. Tudo dependerá das orientações do médico e da presença ou ausência de doenças que devem ser acompanhadas pelo exame, como insuficiência renal crônica.
Riscos
Os riscos envolvidos na realização do exame de creatinina são extremamente raros. No máximo, pode haver um hematoma no local em que o sangue foi retirado. Em alguns casos, a veia pode ficar inchada após a amostra de sangue ser recolhida (flebite), mas isso pode ser revertido fazendo uma compressa várias vezes ao dia.
Pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes ou tem problemas de coagulação podem sofrer com um sangramento contínuo após a coleta. Nesses casos, é importante informar o profissional de saúde do problema antes da coleta.
Resultados
Os resultados do exame de creatinina são obtidos poucos dias após a coleta da amostra. Os valores listados aqui são apenas um guia, e não necessariamente o indicativo de que há problemas. Estes intervalos podem variar de laboratório para laboratório. Além disso, o médico irá avaliar os resultados com base em sua saúde e outros fatores. Isto significa que um valor dentro ou fora do normal pode ter outro significado.
Resultados normais
O intervalo considerado normal para a dosagem de creatinina é entre 0,6 a 1,3 mg/dl (miligramas por decilitro de sangue). Também pode ser feita uma classificação por sexo, sendo o intervalo de 0,7 a 1,3 mg/dL considerado para homens e 0,6 a 1,1 mg/dL para mulheres.
Os valores podem ser diferentes conforme o sexo pois normalmente os homens possuem mais massa muscular do que mulheres, e por isso produzem mais creatinina.
Resultados anormais
Níveis de creatinina acima do normal podem indicar:
  • Trato urinário bloqueado
  • Infecção nos rins
  • Insuficiência renal
  • Desidratação
  • Alterações musculares, como rabdomiólise
  • Problemas durante a gravidez, como pré-eclâmpsia.
Níveis abaixo do normal podem indicar:
  • Condições que envolvem os nervos que controlam os músculos, como miastenia grave
  • Alterações nos músculos, como distrofia muscular
O que pode afetar o resultado do teste?
Como a creatinina é um subproduto da creatina, pessoas que necessitam de mais creatina podem ter naturalmente mais creatinina no sangue. Um exemplo são atletas e pessoas com grandes concentrações de massa muscular, que podem apresentar taxas maiores de creatinina no sangue e permanecerem saudáveis.
Por outro lado, idosos tendem a apresentar menores taxas de massa muscular naturalmente. Dessa forma, a dosagem de creatinina também pode estar naturalmente abaixo do normal nessa faixa etária.

É importante então analisar os resultados não só com base nos valores de referência, mas levando em consideração fatores como sexo, idade e concentração de massa muscular.    Fonte: minhavida 
Especialistas esclarecem 12 dúvidas sobre a vitamina D
A vitamina D é um hormônio esteroide lipossolúvel que pode ser obtido após exposição solar ou por meio da alimentação. A substância é essencial para o corpo humano e sua ausência pode proporcionar uma série de complicações.

"É só pensar no que representa para o organismo a falta desta vitamina que controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular", diz o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo.

vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo. Ela também influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo interessante para o tratamento de doenças autoimunes e no processo de diferenciação celular. A falta do nutriente favorece 17 tipos de câncer. "Esta substância ainda age na secreção hormonal e em diversas doenças crônicas não transmissíveis, entre elas a Síndrome Metabólica, que tem como um dos componentes o diabetes tipo 2", diz a nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano UNIFRA.

O consumo da vitamina D é essencial para as gestantes, sendo que a falta dela pode levar a abortos no primeiro trimestre. Já no final da gravidez, a carência do nutriente pode levar a pré-eclâmpsia e aumentar as chances da criança ser autista.

Existem ainda outros benefícios que a vitamina D proporciona para o organismo. "Infelizmente, cerca de 80% das pessoas que vivem no ambiente urbano estão deficientes nesta substância", constata Coimbra.

Na hora de garantir as quantidades corretas do nutriente surge uma série de dúvidas. O 
protetor solar atrapalha na absorção de vitamina D? Quais os alimentos ricos em vitamina D? A absorção de vitamina D pelos alimentos é tão eficaz quanto pelo sol?

Por isso, conversamos com especialistas neste nutriente e esclarecemos doze dúvidas frequentes sobre a vitamina D. Confira:

Só é possível conseguir vitamina D tomando sol?

Não, é possível obter a vitamina D por meio da alimentação e suplementação com orientação médica. Para evitar a carência do nutriente é interessante incluir na dieta alimentos ricos nesta substância e também tomar entre 15 e 20 minutos de sol sem proteção solar e com braços e pernas expostos todos os dias. "Apesar de alimentação e exposição solar serem complementares, este último garante entre 80 e 90% da síntese de vitamina D", afirma a nutricionista Natielen Jacques Schuch, professora do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA).

Qual parte do corpo absorve melhor a vitamina D?

Não existe uma parte do corpo que absorve melhor a vitamina D. Este processo ocorre da mesma forma em todas as partes do corpo. A quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta. Por isso, a orientação para ter boas quantidade deste nutriente é expor no mínimo pernas e braços ao sol sem proteção solar por cerca de 15 a 20 minutos.

O filtro solar impede a absorção de vitamina D?

Sim, infelizmente o uso do filtro solar prejudica a absorção da vitamina D por meio da exposição ao sol. "Para se ter uma ideia, o protetor fator 8 inibe a retenção de vitamina D em 95% e um fator maior do que isso praticamente zera a produção da substância", constata o neurologista Cícero Galli Coimbra, professor associado e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo. 

Para evitar o risco do câncer de pele, é importante se expor somente durante os 15 a 20 minutos recomendados e, após esse período, aplicar o filtro solar. Além disso, o recomendado é passar o protetor no rosto e deixar as pernas e braços sem, desta maneira as quantidades de vitamina D ainda estão garantidas.

Pessoas mais velhoas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol?

Sim, os idosos produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. "A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos", constata a nutricionista Rúbia Gomes Maciel, da empresa Natue. Por isso, é interessante que as pessoas com mais de 60 anos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de ingerir suplementos de vitamina D.

Quais alimentos são ricos em vitamina D?

Os alimentos que possuem boas quantidades de vitamina D são: o salmão, 100 gramas têm 685 unidades, atum, 100 gramas contam com 227 unidades, sardinha, 100 gramas possuem 193 unidades, ovo, um ovo possui 43,5 unidades, queijo cheddar, 50 gramas possuem 12 unidades, e carne bovina, 100 gramas contam com 15 unidades. Note que todos eles são de origem animal porque as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina da maneira como os alimentos provenientes de animais.

Os alimentos proporcionam boas quantidades de vitamina D?

Não. Até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, conta com somente 6,85% das necessidades diária de vitamina D em uma porção de 100 gramas. "Todo adulto deveria tomar no mínimo cinco mil unidades de vitamina D todos os dias, contudo o ideal seria 10 mil unidades", observa Coimbra.

Além disso, os alimentos ricos na substância são de origem animal e por isso contam com a gordura saturada. Quando ingerido em grandes quantidades este lipídeo sofre o processo de oxidação e há o risco do aparecimento de placas que podem inflamar as artérias sanguíneas, levando a doença vascular que pode comprometer o coração, os rins e o cérebro a longo prazo.

A absorção da vitamina D nos alimentos é tão boa quanto ao ser exposto ao sol?

Não. Enquanto os alimentos que mencionamos irão fornecer no máximo 6,85% da necessidade diária de vitamina D, com a exposição solar as quantidades da substância são muito maiores. "Tomar sol durante 20 minutos diariamente proporciona as 10.000 unidades de vitamina D necessárias todos os dias", conta Coimbra.

Quem fica exposto ao sol precisa comer alimentos ricos em vitamina D?

Isto depende de cada pessoa. É importante que a necessidade do indivíduo seja analisada por um profissional da saúde a fim de saber se apenas o sol é o suficiente ou se é preciso uma alimentação rica na substância.

Quando tomar suplementos de vitamina D?

Os suplementos só podem ser tomados após a constatação de deficiência de vitamina D e a orientação médica para o consumo dessas doses extras. É preciso muito cuidado com o excesso desta vitamina.

Quais os riscos do consumo em excesso da vitamina D?

É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação. Isto porque os alimentos não contam com quantidades grandes da substância e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele, que cessa a produção de vitamina quando atinge os valores necessários. Porém, o excesso por meio dos suplementos mal administrados pode ser muito arriscado. "Há a possiblidade de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode provocar a calcificação de vários tecidos, sendo que o mais afetado é o rim, que chega até mesmo a perder sua função", alerta Coimbra.

Quem tem deficiência de vitamina D uma vez vai ter para sempre?

Não, a deficiência pode ser revertida. É possível fazer esta correção do quadro por meio de suplementação, lembrando que esta alternativa é válida somente após a orientação médica, e/ou tomando sol sem proteção solar nos braços e pernas durante vinte minutos todos os dias.

As janelas podem atrapalhar a absorção de vitamina D?


Sim, elas impedem a absorção. "Isto ocorre porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros", explica Maciel. Fonte: minhavida 
Unhas postiças: aprenda como colocar e truques para durar mais
O que são unhas postiças
As unhas postiças são unhas artificiais colocadas sobre as unhas naturais e, em seguida, revestidas com gel ou esmalte. Elas podem cobrir somente a extremidade das unhas, ou toda a superfície da unha. Você pode comprá-las para aplicar em casa ou optar por fazê-las no próprio salão de beleza, com a ajuda de um profissional. Existem vários modelos de unhas postiças e cada pessoa se adapta melhor a um modelo específico. O ideal é que as unhas postiças sejam usadas esporadicamente, pois as colas usadas para fixa-las podem causar danos às unhas naturais, devido aos químicos presentes em sua composição.
Do que são feitas as unhas postiças?
As unhas postiças mais comuns são feitas com plástico ABS, mas existem unhas de diversos outros materiais: porcelana, acrílico, fibra de vidro, entre outros. Existem também aquelas confeccionadas com materiais antialérgicos.

Tipos de unhas postiças

Os tipos mais conhecidos são as que exigem o uso de cola à parte para fixação. No mercado, também estão disponíveis as opções autocolantes, as tips (que são ponteiras para alongamentos de unhas, aplicadas apenas na ponta da unha original para aumenta seu tamanho), unhas de gel e suas variações, como acrigel, unhas feitas com moldes, com fibra de seda e fibra de vidro, além de unhas de porcelana.
Unhas postiças comuns
As unhas postiças comuns são práticas, mais fáceis de aplicar e não precisam ser cortadas toda semana. Além disso, o esmalte tem boa durabilidade. No entanto, o uso frequente das unhas postiças comuns pode prejudicar a saúde das unhas naturais alterando o aspecto da lâmina ungueal em decorrência da aplicação de cola.
A desvantagem dessas unhas é que o uso da cola separada pede cuidados. É preciso aplicar a quantidade certa, uma gota, para que não ocorram vazamentos.
Unhas postiças autocolantes
As unhas postiças autocolantes, como o próprio nome diz, são aquelas que não exigem uso de cola à parte para serem fixadas sobre as unhas naturais. Por isso, elas são mais fáceis de aplicar e de ajustar conforme o tamanho e o formato da unha. Não necessitam de tempo para secar e, por não conterem cola líquida, também não vazam.
Para os fãs de nail art, as unhas postiças autocolantes muitas vezes já vem com designs prontos. Elas também podem ser aplicadas em casa com ainda mais facilidade, têm durabilidade maior e são mais resistentes.
O ponto negativo é que, por causa de todas essas vantagens, as unhas autocolantes costumam ser mais caras.
Unhas postiças tips
Este tipo de unha postiça é aplicada apenas na ponta da unha natural e serve para alongá-la. Geralmente, ele é indicado para pessoas que não conseguem deixar as unhas crescerem naturalmente sem ocorrer quebras durante o processo ou até mesmo para aquelas que querem ter unhas longas e bonitas em um período de tempo mais curto.
A aplicação das unhas "tips" é rápida e prática, pois basta você colar as ponteiras nas extremidades da unha natural. Por outro lado, a cola utilizada para fixação deste tipo de unha postiça podem danificar a ponta das unhas naturais, deixando-as enfraquecidas por um tempo - pelo menos até que elas cresçam novamente.
Unhas de gel, de porcelana e suas variações
As unhas postiças feitas com gel são super-resistentes e têm um aspecto bastante natural. Elas são a solução perfeita para quem tem unhas muito fracas e que quebram com muita facilidade, pois protegem a unha natural, permitindo que ela cresça de forma saudável. Além disso, o brilho da unha é permanente mesmo sem esmalte.
A desvantagem é que o formato das unhas naturais vai se modificando aos poucos, principalmente após um longo período de uso. Isso pode levar ao surgimento de estrias e vincos e fazer com que elas quebrem com mais facilidade também.
O processo de remoção também é um ponto a ser considerado. Ele é feito somente com uma lixa, o que pode enfraquecer a unha natural por algum tempo também.

Como as unhas postiças são aplicadas?

Confira o passo a passo:
1. Antes de qualquer coisa, é necessário remover o brilho da unha natural, tornando-a fosca, com o auxílio de uma lixa especial para a superfície das unhas. Isso ajuda na fixação das unhas postiças e prolonga sua duração;
2. Depois, a unha deve ser limpa. O ideal é usar álcool 70% para garantir a limpeza total e também a aplicação eficiente da cola;
3. Em seguida, selecionam-se as unhas que serão aplicadas, verificando a que melhor se adequa à unha da pessoa. Ao comprar as unhas, elas já vêm com diversos tamanhos, para que você possa escolher o que terá aparência mais natural. Geralmente, a melhor opção é a que se aproxima o máximo possível do tamanho das unhas naturais, para ter certeza, coloque-a, sem cola, em cima da sua unha natural;
4. Antes da aplicação, não se pode esquecer de remover o pozinho branco que fica na unha após o lixamento. Para isso, costuma-se usar um removedor de esmalte;
5. Na hora de aplicar a unha, pinga-se uma gota de cola especial para unhas postiças, espalhando-a por toda a unha. A quantidade ideal de cola é um fator determinante para que a unha postiça dure o tempo certo;
6. Encosta-se a unha postiça na base da unha natural e empurra-se a cutícula com bastante cuidado, de modo que fique encaixada perfeitamente, parecendo natural. Em seguida, deve-se pressionar a unha postiça sobre o dedo por aproximadamente quinze segundos até que a cola esteja totalmente fixada. É preciso muito cuidado na hora de fixar a unha postiça para que não haja a formação de bolhas de ar entre a unha natural e a artificial. Se isso acontecer, repita o processo;
7. Este procedimento é repetido com todas as unhas. Depois, se necessário, pode-se cortar as unhas postiças e lixá-las até que fiquem no comprimento e no formato desejados. Alicates e lixas são os instrumentos mais indicados para adaptar o comprimento e a forma da unhas postiças.
Para um acabamento perfeito, pode ser preferível que a pessoa remova ou pelo menos empurre a cutícula antes de aplicar as unhas postiças, mas não é recomendável que isso seja feito imediatamente antes da aplicação. O ideal seria ficar sem fazer as cutículas por uma semana antes de colocar as unhas postiças.
As unhas postiças demoram de uma a duas horas para serem aplicadas e a manutenção deve ser feita a cada 15 ou 20 dias, dependendo muito do estado das unhas.

Qual é o profissional que aplica unhas postiças?

Manicures, nail designers, estilistas de unhas, porcelanistas e outras pessoas que estejam devidamente habilitadas e treinadas para isso podem fazer a aplicação das unhas postiças. Elas também podem ser aplicadas em casa, por você mesma.

Quem pode usar unhas postiças?

As unhas postiças são recomendadas principalmente para pessoas que perderam as unhas ou que tiveram de retirá-las por motivos de saúde. No entanto, elas quase sempre são utilizadas para fins estéticos ? mas aí elas só podem ser aplicadas quando as unhas naturais estiverem totalmente saudáveis. Em todos os casos, é importante consultar um dermatologista antes da aplicação. Usar unhas postiças para esconder imperfeições ou doenças apenas irá piorar o problema, pois, assim, as unhas naturais não poderão ser tratadas adequadamente.

Contraindicações das unhas postiças

Aplicar unhas postiças sobre as unhas naturais pode levar ao surgimento de doenças bacterianas ou fúngicas, causadas pelo abafamento da unha. Isso é ainda mais comum em casos de pessoas que costumam ficar com as unhas artificiais por muito tempo.
A má aplicação também pode prejudicar a saúde das unhas naturais, além de causar dor e desconforto.
Gestantes e pessoas com diabetes e alergia, em geral, são incentivadas a não fazer uso das unhas postiças, pois quaisquer problemas ocasionados pela má aplicação das unhas, por exemplo, podem levar a complicações ainda mais sérias para essas pessoas.
Utilizar unhas postiças requer cuidado e atenção. Não é possível usar qualquer tipo de cola, pois alguns contém produtos químicos altamente tóxicos que podem causar problemas muito sérios nas unhas.
Esse cuidado é necessário por causa da composição das colas utilizadas para fixação das unhas postiças. Toda cola contém epóxi, uma substância extremamente corrosiva que poderá causar traumas temporários às unhas naturais. Por isso, a aplicação de unhas artificiais deve ser esporádica e temporária. O uso dessas colas cria um espaço muito pequeno entre as unhas naturais e as postiças, mas suficiente para que se forme o ambiente propício para o surgimento de fungos: úmido e com foco de sujeiras.
Dentre os outros problemas que podem surgir com a aplicação das unhas postiças estão alterações no leito ungueal (que é a parte debaixo das unhas), descamações, mudanças de cor das unhas e o surgimento de alergias ? principalmente por causa da cola.
A aplicação constante de unhas postiças pode prejudicar a saúde das unhas originais?
A resposta é sim. O abafamento causado pelo uso das unhas postiças sobre as unhas naturais provoca umidade e a cola utilizada para fixação pode causar alterações na lâmina ungueal. O tipo de unha postiça, o método utilizado na aplicação e o profissional que está aplicando também devem ser levados em consideração, mas o ideal é sempre fazer uma pausa entre os dias de uso para garantir a saúde das unhas naturais.
O mesmo vale para quem desejar trocar as unhas postiças. É importante aguardar alguns dias, passar uma base fortalecedora e usar algum creme para hidratar a pele ao redor das unhas naturais.

Dicas para deixar as unhas postiças sempre bonitas

Para manter suas unhas postiças sempre lindas, é importante fazer a manutenção a cada 15 ou 20 dias. Além disso, é importante evitar levar as unhas à boca, digitar no teclado ou até mesmo abrir latas de refrigerante, por exemplo. Isso ajudará a preservar ao máximo as unhas recém-aplicadas.
Para quem acabou de fazer a aplicação, alguns cuidados também são necessários. Um dos principais conselhos consiste em esperar pelo menos uma hora até colocar a mão debaixo da água, para dar tempo de garantir a fixação da cola nas unhas. Além disso, é normal sentir pressão na unha nas primeiras horas de uso, mas o desconforto costuma desaparecer rapidamente.
Por fim, previna-se e ande sempre com uma colinha na bolsa caso as unhas descolem em uma festa, por exemplo.
Existem alguns cuidados especiais se eu quiser usar esmalte?
Não, o processo de esmaltação das unhas postiças é exatamente o mesmo das unhas naturais, desta forma os cuidados tomados devem ser os mesmos.
Esmaltes de cor escura, por conterem forte poder de pigmentação, podem manchar tanto as unhas naturais quanto as postiças, por isso é muito importante sempre fazer uso de uma base incolor antes de pintar as unhas com uma cor mais forte.
Lembre-se sempre de aplicar a unha postiça antes de passar o esmalte.

Vantagens e desvantagens das unhas postiças

Confira quais são as principais vantagens e desvantagens do uso da unha postiça:
Vantagens
  • Estética e facilidade: as unhas postiças podem esconder quase qualquer imperfeição nas unhas naturais, deixando a aparência das unhas mais bonita. Como elas não têm as mesmas ondulações que as unhas naturais, as artificiais não precisam ser polidas e nem lustradas antes de aplicar esmalte. Além disso, unhas postiças também são uma ótima "tela em branco" para nail art
  • o design de unhas
  • Praticidade: as unhas postiças não exigem que você fique lixando, polindo ou cortando sempre. Os esmaltes também costumam durar mais sobre as unhas artificiais do que sobre as unhas naturais
  • Proteção para unhas naturais: embora possam representar um risco para a saúde, as unhas postiças também podem proteger as unhas fracas, que são mais propensas a quebrar ou rachar. Se estiverem cobertas por unhas postiças de qualidade, aplicadas corretamente e de acordo com procedimentos higiênicos, as unhas naturais podem se recuperar rapidamente, sem que a pessoa tenha de se preocupar com a saúde de suas mãos.
Desvantagens
  • Riscos à saúde: se colocadas de forma inadequada ou com ferramentas e adesivos anti-higiênicos, as unhas postiças podem infeccionar e colocar em risco a saúde das unhas naturais e do leito ungueal. Além disso, infecções fúngicas que se desenvolverem no espaço entre as unhas artificiais e as verdadeiras podem muitas vezes passarem desapercebidas, podendo levar a sérias complicações de saúde, dependendo do caso. As unhas postiças mal colocadas também podem impedir o crescimento das unhas naturais e, assim, danificar o leito ungueal
  • principalmente se usadas por muito tempo
  • Diminuição de destreza: unhas postiças podem causar desconforto para quem as estiver usando pela primeira vez. Isso acontece porque, quando você vai alcançar um objeto, por exemplo, geralmente são as unhas postiças que chegam primeiro
  • o que pode causar uma sensação estranha para quem ainda não está acostumado com isso, uma vez que são as pontas dos dedos que estão acostumadas com o toque. Com o tempo, este problema tende a diminuir, mas, em geral, quanto maior for a unha postiça em comprimento, mais difícil será realizar tarefas diárias.

Como remover as unhas postiças?

É preciso muito cuidado na hora de remover as unhas postiças para não danificar as unhas naturais. Para retirá-las, primeiramente é preciso cortar as unhas postiças com um cortador de unhas. Em seguida, aplique um pouco de vaselina na pele ao redor das unhas e também nas cutículas. Isso ajuda a prevenir que a pele fique irritada devido ao uso de um removedor de esmaltes.
Em seguida, pegue pedaços de algodão, encharque-os com removedor de esmaltes e aplique-os sobre as unhas. Em cima de cada pedaço, coloque uma tira de papel alumínio em cima e enrole bem.
Aguarde por aproximadamente 20 minutos, o suficiente para que a cola da unha postiça derreta completamente. Depois deste período, retire o papel alumínio e o algodão. A unha postiça também sairá facilmente. Em seguida, lixe levemente o que sobrou nas unhas naturais com um polidor, modelando-as com a lixa de unha. Por último, o ideal é passar uma base fortalecedora de unhas e um creme ou óleo hidrante para as mãos. E fim!
E se a unha cair?
Se a unha cair, limpe-a muito bem antes de aplica-la novamente para evitar infecções. Não se esqueça de polir e repetir o processo de lixamento antes da colagem também. É possível reutilizar as unhas postiças, desde que a unha artificial esteja devidamente limpa e polida.

Como aplicar as unhas postiças em casa

Não tem tempo de ir ao salão? Não se preocupe, é perfeitamente possível aplicar unhas postiças em casa. Veja o passo a passo:
1. Tenha em mãos: lixa de unha, uma cola específica para unhas postiças e, claro, as unhas postiças;
2. Antes de fazer a aplicação, certifique-se de que suas unhas naturais estejam limpas e sequinhas. A oleosidade ou restos de outros produtos presentes nas unhas podem diminuir a aderência da cola;
3. Sempre opte por unhas postiças que tenham o formato semelhante aos das suas unhas. Isso garantirá um aspecto mais natural;
4. Caso as unhas postiças sejam muito longas, corte-as com alicate próprio para não rachar e, depois, lixe as pontas;
5. Aplique um pouco de cola (apenas uma gota) na parte inferior da unha postiça. Em seguida, deslize-a da ponta da unha até o limite da cutícula. Faça uma leve pressão sobre a unha. Se uma bolha de ar se formar, retire a unha e repita o procedimento. Prontinho!
Como garantir que as unhas postiças fiquem firmes nas mãos?
Acima de tudo, deve-se estar muito atento na hora da aplicação. Para que as unhas postiças fiquem sempre firmes nas mãos, é preciso tomar cuidado para que não se formem bolhas de ar entre a unha artificial e a verdadeira.

Outro fator importante para garantir a boa fixação das unhas é a quantidade cola usada. Não se deve colocar nem muita e nem pouca cola, mas o suficiente para que a unha postiça fique firme pelo tempo que você desejar. Em geral, a quantidade utilizada é apenas uma gota. Fonte: minhavida